sexta-feira, 21 de maio de 2010

2ª Fase (1955-1965)

2ª Fase (1955-1965)

O desenvolvimento do transistor e das memórias magnéticas em meados dos anos 50 veio a alterar substancialmente o quadro descrito acima. O transistor permitiu o aumento da velocidade e da confiabilidade do processamento, e as memórias magnéticas permitiram o acesso mais rápido aos dados, maior capacidade de armazenamento e computadores menores. Com o emprego desta nova tecnologia, os computadores tornaram-se confiáveis a ponto de ser comercializados.

Nesta época, passou a haver uma distinção muito clara entre as pessoas envolvidas no projeto, na construção, na operação, na programação e na manutenção destas máquinas. Elas eram instaladas em salas isoladas e operadas por pessoal especializado. Somente as grandes empresas e órgãos governamentais ou universidades podiam pagar os muitos milhões de dólares necessários à aquisição destas máquinas.

Para rodar um JOB (um programa ou conjunto de programas) o programador escrevia primeiro seu programa em uma folha de papel (em FORTRAN ou em linguagem de montagem), para depois perfurá-lo em cartões. Depois disso, ele entregava a massa de cartões a um dos operadores da máquina para que a mesma fosse processada.

Ao final do processamento do programa corrente, um dos operadores ia até a impressora e retirava o relatório emitido, entregando-o na expedição, onde ele seria mais tarde retirado pelo programador do job. Então ele, o operador, escolhia uma nova massa de cartões, entre as que haviam sido entregues na recepção, e providenciava os recursos necessários ao processamento deste novo job. Por exemplo, se tal job precisasse do compilador FORTRAN, o operador deveria providenciar a leitura da massa de cartões correspondente ao compilador FORTRAN. Grande parte do tempo da máquina era gasto com operadores circulando dentro da sala onde ela estava instalada, providenciando recursos necessários ao processamento de determinadas tarefa.

Em vista do alto custo de tais equipamentos, não foi surpresa o fato de se encontrar uma solução que reduzisse o tempo de máquina desperdiçado. A solução encontrada, denominada de sistema batch (lote).

Esses sistemas estão entre os mais tradicionais e antigos e foram introduzidos por volta de 1956 com o objetivo de aumentar a capacidade de processamento de programas. Em tais sistemas as tarefas (JOB) dos usuários são agrupadas fisicamente e processadas seqüencialmente uma após a outra.

A comunicação do homem com o computador é feita através de periféricos cuja velocidade de operação é muito lenta comparada com a do processador, como por exemplo, cartões perfurados e impressoras. No caso comum em que o cartão perfurado é o principal meio de entrada e impressão em papel o principal meio de saída, é comum ocorrer que a maior parte do tempo o processador central fique inativo à espera de dados de entrada ou pelo término de impressão, devido a natureza seqüencial do processamento:

Uma solução para esse problema, adotada por volta de 1957 no IBM 7094, foi usar o computador especial para converter dados em cartão para fita magnética e para imprimir numa impressora resultados gravados em outra fita magnética. As fitas magnéticas eram usadas como "reservatórios", um para entrada e outro para saída. Elas eram transportadas manualmente do sistema auxiliar para o sistema principal e deste para o sistema auxiliar.

A fita de entrada poderia ser preenchida quando programas longos estivessem em execução no sistema principal e a fita de saída descarregada continuamente. Desta forma o sistema principal teria sua utilização maximizada pois só faria E/S, através das fitas magnéticas mais rápidas. Esta técnica de armazenamento de dados para entrada e de resultados para a saída é denominada "rolamento" (em inglês: Spooling) e o exemplo acima é uma forma primitiva de sua implementação. Seu objetivo é maximizar o número de tarefas processadas por unidade de tempo (throughtput) no equipamento principal às custas de um tempo de resposta maior, devido à necessidade de agrupar fisicamente as tarefas na entrada e na saída e ao transporte manual das fitas. Além disso, se um programa muito longo fosse incluído no lote, a natureza estritamente sequencial do processamento faria com que o tempo de resposta de todos os programas no lote fosse aumentado.

A estrutura de uma tarefa típica pode ser vista como: Ela começa com o cartão $JOB, que especifica o tempo máximo de processamento em minutos, o número da conta onde tal tempo deve ser debitado, e o nome do programador. Observe que agora há um controle de tempo por usuário, impedindo que uma tarefa atrapalhe as seguintes (como explicado anteriormente). A seguir vem o cartão $FORTRAN solicitando ao sistema operacional que carregue o compilador FORTRAN na memória principal. A seguir aparecem os cartões do programa a ser compilado. (Os programas compilados eram geralmente escritos em fitas de rascunho, e tinham que ser carregados explicitamente). O cartão seguinte, $RUN, pede que o sistema operacional providencie o processamento do programa que acabou de ser carregado, com o conjunto de dados constante dos cartões seguintes ao $RUN. Finalmente, aparece o cartão $END. que marca o final da tarefa. Estes cartões de controle, um tanto quanto primitivos, foram os precursores das linguagens de controle e interpretação de comandos.

Em resumo, nos sistemas do "tipo lote" os tempos de resposta podem ser altos devido ao agrupamento das tarefas para entrada e ao escalonamento que o sistema impõe na execução das tarefas e impressão de resultados. Além disso, a intervenção humana tanto para colocar as tarefas de entrada, quanto para entrega dos resultados, pode aumentar sensivelmente o tempo de resposta. Por outro lado, sistemas desse tipo, quando bem projetados, podem ter uma razão de execução de tarefas por unidade de tempo muito alta porque o processador central é melhor utilizado e os sistemas operacionais podem ser simples devido à seqüencialidade e não interruptibilidade da execução das tarefas. Exemplo de sistemas "tipo lote" bem sucedidos são o SCOPE para o CDC 6600, orientado para processamento científico pesado, e o EXEC II para o UNIVAC 1107, orientado para processamento acadêmico e científico. Ainda nessa fase destacamos os sistemas FMS (Fortran Monitor System), IBSYS e o sistema operacional do computador IBM 7094.

Nessa fase, os sistemas operacionais passaram a ter seu próprio conjunto de rotinas para operações de entrada e saída (Input/Output control System – IOCS), que veio facilitar enormemente o processo de programação. O IOCS eliminou a necessidade de os programadores desenvolverem suas próprias rotinas de leitura/gravação específicas para cada dispositivo periférico. Esta facilidade de comunicação criou o conceito de interdependência de dispositivos.

fonte: http://www.angelfire.com/co/eltonsanders/socap5.html

Máquinas que não usavam SO


A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava com o conceito de sistema operacional propriamente dito, visto que as operações eram setadas através de hardware. Por exemplo, chaves, quilômetros de fios e luzes de aviso, como na foto abaixo do Eniac. Nesse período, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.


fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2031-a-historia-dos-sistemas-operacionais.htm

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sistema operativo ou sistema operacional


Um sistema operativo ou sistema operacional é um programa ou um conjunto de programas cuja função é gerenciar os recursos do sistema (definir qual programa recebe atenção do processador, gerenciar memória, criar um sistema de arquivos, etc.), além de fornecer uma interface entre o computador e o usuário. É o primeiro programa que a máquina executa no momento em que é ligada (num processo chamado de bootstrapping) e, a partir de então, não deixa de funcionar até que o computador seja desligado. O sistema operacional reveza sua execução com a de outros programas, como se estivesse vigiando, controlando e orquestrando todo o processo computacional.

Sistemas Operacionais de Cartões Inteligente

Os menores sistemas operacionais são executados em cartões inteligente - dispositivos do tamanho de cartão de crédito que contem um CHIP de CPU. Possuem restrições severas de consumo de energia e de memória, alguns dele pode realizar apenas uma unica função, como pagamentos eletrônicos, mais outras podem tratar mutiplas funções no memo cartão inteligentes.
Alguns cartões inteligente são orientados a Java. isso siguinifica que a ROM do cartão inteligente contém um intrepretador para a maquina virtual Java (jvm). As pequenas aplicações Java (applets) são carregadas no cartão e interpretada pelo jvm. alguns desse cartões podem tratar multiplos applests ao mesmo tempo, acarreta de multiprogamaçõa e a consequente necessidade de escalanamento.
O gerenciamento de recursos e a proteçõa são também um problema quando duas uo mais applets estão presente simutaneamente . Esse problema deve ser tratados pelos sistemas operacional contido no cartão.


Ref: Sistema operacionais modernos , segunda ediçõa, Andrew S. Tanenbaun, cap 1, pag 14.

terça-feira, 18 de maio de 2010

S. Operacional e seus dois níveis operacionalizaveis


O sistema operacional pode ser considerado como operacionalizável em dois níveis:

O primeiro nível é um sistema de gerenciamento de hardware: o MS-DOS coordena a unidade central de processamento do computador (a CPU, que é o chip microprocessador que atua como o "cérebro" do computador) com o resto do hardware. Nesta capacidade, o MS-DOS capta o caractere digitado no teclado, codifica-o de forma que a CPU possa entender e, então, exibe-o no monitor de uma forma que o usuário possa entender. Ou seja, o MS-DOS atua como intermediário, convertendo os sinais eletrônicos gerados pelo teclados em códigos de controle que os programas de aplicação possam utilizar. Ele também executa pequenas tarefas relacionadas com a utilização dos programas , como a formatação de um disco, ou informando-lhe sobre os arquivos que se encontram em um determinado disco.

fonte: http://www.mccinformatica.com.br/treinamentos/files/hardware.jpg



O segundo nível no qual o MS-DOS opera é a função utilitária. Nesta capacidade, o MS-DOS executa comandos, o que lhe permite interagir diretamente com o computador. Estes comandos executam funções como renomear arquivos no disco ou copiar arquivos de um lugar para o outro. O MS-DOS trata de seus próprios comandos exatamente como os programas de aplicação. Estes comandos, entretanto, são mais limitadors que a maioria dos programas de aplicação. Eles não executam tarefas como o processamento de palavras ou a contabilidade; em vez disso, são usados para a manutenção geral de seu computador. Cada comando possui um nome, que é geralmente de fácil memorização. Este trabalho se aterá apenas ao primeiro nível de operacionalização do MS-DOS.

fonte:http://1.bp.blogspot.com/_5onPLWnK4BQ/S3CD0t0k9vI/AAAAAAAAO6o/VPOtRTRSC_g/s320/Curso+-+Comandos+Principais+Do+MS-DOS.jpg

fonte: http://www.brasilescola.com/informatica/ms-dos.htm

Curiosidades do Windows




Algumas curiosidades de um dos sistemas operacionais mais usados no mundo, o Windows!
Uma das curiosidades mais interessantes é que a primeira atualização do Windows aconteceu apenas duas semanas depois de seu lançamento pois a versão 1.0 tinha diversos bugs.
Leia mais:

- Bill Gates queria chamar o sistema de Interface Manager.

- Um kit para a divugação para o Windows 1.0 incluía uma flanela e um spray de limpeza, e foi enviado dois anos antes do lançamento oficial.

- Há rumores que a verdadeira inspiração para o Windows seria o VisiOn, e não o sistema da Apple.

- Os requisistos básicos para a primeira versão do Windows eram 256 Kb de Ram, DOS 2.0 e dois drives de disquete.

- O Windows 1.0 usava um gerenciador de arquivos chamados MS-DOS Executive. Ainda existe uma versão do programa para download e uso no XP

- O windows 1.0 vinha com calculadora, relógio, calendário, bloco de notas e outros pequenos aplicativos, incluindo alguns jogos.

- O Excel e o Word foram lançados primeiro para Mac, em 1985, e só em 1987, para o PC.

- Nas fotos promocionais do primeiro Windows, vê-se um Macintosh ao fundo.

- O Windows era colorido desde sua primeira edição, época em que Macs eram monocromáticos.

Fonte: Deskmundo

quarta-feira, 5 de maio de 2010

DUVIDAS DE ALGUNS USUARIOS



Muitas vezes ocorre uma pequena duvida sobre o Sistema Operacional. Onde ele tem que está gravado para que possa, toda vez que ligarmos o micro, ser carregado para a RAM?


A resposta correta é no Disco Rígido, pois é a única unidade de disco que está 100% disponível para utilização é o HD (Sigla para Hard Disk – Disco Rígido). Pois o disquete, CD ou outro tipo de mémoria nem sempre está dentro do DRIVE (termo “garagem” onde ele é colocado para ser usado).

Fonte: http://coorti.unicentro.br/imgblog/informatica%20c%C3%B3pia%20c%C3%B3pia.jpg


ESTUDO DE CASO:SOLUÇÕES DE TI AJUDAM EMPRESA FABRICANTE DE AUTOMÓVEIS A REDUZIR CUSTOS

Nissan Motor
Soluções de TI Ajudam a Nissan a Reduzir os Custos, Melhorar a Confiabilidade e a Produtividade
Publicado em: 31 de janeiro de 2007


A Nissan é uma fabricante global de automóveis com sede em Ginza, no Japão. A empresa atua em 160 países e possui mais de 160.000 funcionários em todo o mundo.
SituaçãoA infra-estrutura de TI da Nissan era difícil de ser gerenciada e suportada, fazendo com que a empresa ficasse envolvida em um grande esforço de simplificação e padronização.
Solução A Nissan está centralizando e dinamizando o gerenciamento de TI com as soluções Microsoft® System Center, incluindo o Systems Management Server 2003 e o Operations Manager 2005.
Benefícios
•
Produtividade aprimorada do usuário final por meio de maior confiabilidade e segurança
•
Produtividade aprimorada de profissionais de TI por meio da implantação automatizada de softwares e da capacidade de suporte remoto
•
Economia de 40.000 horas no custo de mão-de-obra em seis meses
Parceiro(s)Instituto de Pesquisas Nomura
Software e ServiçosMicrosoft Operations Manager (MOM) 2005 Microsoft Systems Management Server 2003 Microsoft Windows Server 2003 Enterprise Edition
Indústria Automotiva
País/RegiãoJapão
Quando a Nissan precisou aprimorar o gerenciamento de estações de trabalho e o monitoramento de servidores, a fabricante global de automóveis passou a utilizar soluções de gerenciamento de TI Microsoft® System Center. A Nissan utiliza o Microsoft Systems Management Server 2003 para automatizar a implantação de software e dar suporte remoto aos usuários finais, reduzindo, assim, o tempo e o esforço exigidos para manter estações de trabalho de usuários e ajudar os funcionários a manter a produtividade. A empresa utiliza o Microsoft Operations Manager 2005 para monitorar sua infra-estrutura de mensagens e ajudar sistemas de missão crítica baseados em Windows® a manterem o bom funcionamento. Durante um período de seis meses com final em 31 de Março de 2006, a Nissan economizou 40.000 horas em custos de mão de obra, fazendo com que a empresa pudesse alcançar seu objetivo de reduzir 14% de seus gastos em TI.
A Nissan Motor é uma fabricante global de automóveis que vendeu cerca de 3.569.000 carros no exercício fiscal de 2005, gerando uma receita anual recorde de mais de U.S.$ 80 bilhões. Com sede em Ginza, no Japão, a empresa possui instalações de pesquisa e desenvolvimento em 11 países; instalações de fabricação em 16 países e instalações de projetos no Japão, nos Estados Unidos, na Inglaterra e em Taiwan. Os principais mercados da empresa fabricante são: Japão, Europa e América do Norte, embora esteja expandindo-se ativamente em novos mercados, como China, Tailândia e Rússia.
A Nissan orgulha-se por ser líder na aplicação de tecnologias da informação. A empresa investe muito na infra-estrutura de TI necessária para acelerar os projetos e o desenvolvimento de novos veículos, dinamizar a produção destes e manter a alta qualidade pela qual os automóveis da Nissan são conhecidos. “A infra-estrutura de TI é um componente muito importante dos negócios." - afirma Celso Guiotoko, Vice-Presidente Corporativo e Diretor Global de Informática da Nissan. “Nossos executivos estão fortemente focados no investimento em tecnologia, pois é muito importante que tenhamos uma infra-estrutura de TI robusta e escalonável que dê suporte aos nossos crescentes negócios.”
Em 2004, a Nissan comprometeu-se em testar o seu ambiente de TI com relação aos ambientes das empresas líderes. Depois desse teste, chegou-se à conclusão de que eram necessárias algumas melhorias. “Achamos que tínhamos uma infra-estrutura de TI e um portfolio de aplicação complexos e que precisávamos trabalhar muito para padronizar e simplificar." - diz Guiotoko. “Fomos até o comitê executivo e propusemos aquilo que chamamos de Programa AAFS: A para Alinhamento dos Negócios, A para Arquitetura Empresarial, F para Fonte Seletiva e S para Simplificação da Tecnologia. Com base nesses quatro pilares para os próximos cinco anos, poderemos criar uma organização de TI de classe mundial que poderá atender, de forma mais satisfatória, as necessidades dos negócios.”
Estamos comprometidos com a redução de 14% nos gastos em TI por meio da simplificação da tecnologia e esperamos que muito dessa economia seja proveniente do trabalho que estamos fazendo com as soluções baseadas no System Center.
Celso GuiotokoVice-Presidente Corporativo e Diretor Global de Informática, Nissan
Quanto à simplificação da tecnologia, um aspecto que a Nissan precisou aprimorar e padronizar foi a forma com que os computadores dos usuários eram suportados e gerenciados, principalmente no que diz respeito à distribuição de software. Por exemplo, a Nissan Japão implantou novos softwares, atualizações de software e segurança em seus 10.000 computadores CAD (computer-aided design) baseados em Windows®, utilizando ferramentas semi-automatizadas e em seus demais 30.000 computadores por meio da ajuda de técnicos.
“Antes, utilizávamos dois fornecedores diferentes para dar suporte às estações de trabalho CAD e aos outros PCs." - diz Yoshikazu Sano, Gerente da Divisão IS Global da Nissan. "A distribuição de software para a maioria das estações de trabalho e notebooks foi feita manualmente, uma tarefa muito lenta e que exigiu muita mão-de-obra."
Outro aspecto que a Nissan precisou aprimorar foi o monitoramento de seus servidores de missão crítica baseados em Windows. A empresa tinha pouca visão do funcionamento desses sistemas além de não saber ao certo se eles eram executados ou não. Por exemplo, com a infra-estrutura de mensagens do Microsoft® Exchange Server, a Nissan não possuía meios de monitorar o funcionamento do servidor e as cargas de trabalho. Quando surgiam problemas com um servidor, eles não eram detectados até que os usuários começassem a solicitar a ajuda do suporte técnico. Neste ponto é que os técnicos de TI iriam conectar-se ao servidor e começariam a diagnosticar o problema.
“Entender o funcionamento de nossos servidores de e-mail e de outros sistemas de missão crítica era difícil porque não tínhamos uma boa maneira de observá-los conforme eles eram executados." - diz Sano. “É importante entender detalhadamente a operação e o desempenho de nossos sistemas de forma que possamos trabalhar para aprimorar a eficiência e a confiabilidade. No entanto, não tínhamos essa informação.”
Solução
A Nissan está simplificando e aprimorando sua infra-estrutura de tecnologia, por meio da padronização nas soluções de gerenciamento de TI Microsoft System Center, incluindo o Microsoft Systems Management Server 2003 para o gerenciamento de estações de trabalho e o Operations Manager 2005 para o monitoramento de servidores. “Durante a implantação do Programa AAFS, examinamos os elementos de nossa infra-estrutura de TI e também as melhores práticas para administrar esses sistemas.”, diz Guiotoko. “Quando nos deparamos com nossas opções, vimos que as soluções System Center eram a melhor oferta que poderia auxiliar na obtenção da simplificação de nossa tecnologia."

Possíveis Casos/Possiveis Soluções

Dell
Dell Implanta Soluções Escalonáveis de Gerenciamento de TI para fornecer Suporte à Base Global de Tecnologia
Publicado em: 01 de janeiro de 2007

Soluções

Com uma infra-estrutura mundial de TI que consiste de, aproximadamente, 100.000 computadores baseados no Windows® e 13.500 servidores, a Dell precisa de soluções escaláveis de gerenciamento de TI para manter seus negócios em andamento da forma mais fluente possível. Para isso, a empresa opta pelas soluções Microsoft® System Center, permitindo-lhe gerenciar sua ampla infra-estrutura de TI no menor tempo e com as menores despesas. O Microsoft Systems Management Server 2003 facilita a implantação de novos softwares e atualizações em estações de trabalho e laptop e servidores, assim como seu processo de inventário e suporte, dinamizando, portanto, as operações de TI, ao mesmo tempo em que aumenta a confiabilidade e a segurança. Com o Microsoft Operations Manager 2005, a Dell pode monitorar de perto seus milhares sistemas empresariais, incluindo hardware e software, ajudando a companhia a garantir que sua cadeia de suprimentos e soluções em produção permaneçam continuamente em execução.