sábado, 8 de junho de 2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

Programas de computador para formulação de rações. Parte 1

Existem vários programas de computador para formulação de rações no mercado. Atualmente,com o avanço da internet, o usuário que deseja usar esses programas tem uma facilidade maior de encontrar vários  pacotes que analisam e formulam rações de custo mínimo.
Esses programas derivam basicamente de quatro sistemas de recomendações de exigências  nutricionais de ruminantes (EUA, Austrália, França, e Inglaterra). Uns são mais complicados que outros e exigem um conhecimento avançado de nutrição de ruminantes enquanto que outros são mais simples e requerem menos informações do usuário. Entretanto, todos esses programas necessitam de informações atualizadas tanto dos animais quanto dos alimentos a serem utilizados.
 

O primeiro programa de formulação de ração de custo mínimo lançado no Brasil foi o Software Super Crac Master - Cálculo de Ração de Custo Mínimo. A orientação nutricional atual do programa foi elaborada pelo Prof. Horácio Santiago Rostagno, Ph.D. do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.
O Super Crac Master é um sistema para formulação de rações de custo mínimo e máximo desempenho produtivo que atenda às exigências nutricionais dos animais silvestres, aves poedeiras, avestruzes, bovinos, caprinos, codornas, coelhos, equinos, frangos de corte, ovinos, peixes e suínos, podendo ser utilizado também para outras espécies de animais em suas diversas fases (crescimento, engorda, gestação, manutenção, terminação e outras).
Simples de usar, o software realiza formulações de concentrados e sais minerais e o usuário ainda tem a opção de alterar e acrescentar outras exigências, de acordo com sua necessidade. Além das exigências nutricionais, o Super Crac Master contém a composição química dos alimentos mais utilizados no Brasil para formular rações. 
Além desses benefícios, o programa também gera relatórios para análise, possui um cadastro de clientes e adiciona a logomarca da empresa em todos os relatórios. Para auxiliar os profissionais da área, o sistema realiza o cálculo do número de mogin para aves e suínos, muito utilizado para realização do balanço eletrolítico da ração e realiza a conversão automática das unidades dos nutrientes.
 Além do Super Crac existem outros programas que são utilizados nas formulações de rações.  Em breve serão postados mais sobre esses programas. 

                   Super Crac Master

sábado, 3 de julho de 2010

Microsoft vende 150 milhões de cópias do Windows 7 em 9 meses


A Microsoft lançou o Windows 7 oficialmente em Outubro de 2009, de lá pra cá a Microsoft já vendeu aproximadamente 150 milhões de cópias do sistema operacional Windows 7. Nos nove meses em que está no mercado, o sistema tem sido comprado ao ritmo de sete cópias por segundo e tem ajudado até a vender mais PCs. A Microsoft informa ter vendido mais de 150 milhões de cópias do sistema operacional Windows 7 em nove meses em que está no mercado - o que o torna o sistema com mais rápido pique de vendas da história. O Windows 7 tem sido mais que a redenção da Microsoft depois do fiasco que foi o Windows Vista, e a onda está apenas começando. =)

O Ritmo de vendas do Windows 7 é sem dúvida nenhuma aceleradíssimo se comparado com outros sistemas operacionais. Isso ainda sem contar com a possível troca de sistemas operacionais das empresas, que ainda estão utilizando por exemplo o Windows XP ( com o qual já foi descontinuado pela Microsoft) e em breve pretendem fazer a atualização para o Windows 7.

Fonte: Win7br

sábado, 26 de junho de 2010

Sistema Operacional Android


Android é um sistema operacional que roda sobre o núcleo Linux. Ele foi inicialmente desenvolvido pela Google e posteriormente pela Open Handset Alliance, ele permite os desenvolvedores escreverem software na linguagem de programação Java controlando o dispositivo via bibliotecas desenvolvidas pela Google.


Características


Handset layouts

A plataforma é adaptada tanto para dispositivos VGA maiores e os layouts mais tradicionais de smartphones.

Conectividade

O Android suporta uma grande variedade de tecnologias de conectividade incluindo Bluetooth, EDGE, 3G, e Wi-Fi.

Mensagens

Tanto SMS como MMS são formas disponíveis de envio de mensagens.

Navegador

O navegador disponível no sistema é baseado na framework de Código aberto conhecida como WebKit.

Máquina virtual Dalvik

Aplicações escritas em Java são compiladas em bytecodes Dalvik e executadas usando a Máquina virtual Dalvik, que é uma máquina virtual especializada desenvolvida para uso em dispositivos móveis, o que permite que programas sejam distribuídos em formato binário (bytecode) e possam ser executados em qualquer dispositivo Android, independentemente do processador utilizado. Apesar das aplicações Android serem escritas na linguagem Java, ela não é uma máquina virtual Java, já que não executa bytecode JVM.

Multimídia

O sistema suporta formatos de áudio e vídeo como: MPEG-4, H.264, MP3, e AAC.

Suporte Adicional de Hardware

O Android é totalmente capaz de fazer uso de câmaras de vídeo, tela sensível ao toque, GPS, acelerómetros, e aceleração de gráficos 3D.


Fonte: Wikipédia


sexta-feira, 25 de junho de 2010

O que é a Tela Azul da Morte do Windows?

OMG! a Tela Azul da MORTE!

Uma das caracteristicas que mais chateam os usuários do Windows é a famosa Tela Azul da Morte que em inglês é ''Blue Screen of Death'', Stop error ou BSoD.
No Windows NT, Windows 2000, Windows XP, Windows Server 2003, Windows Vista (o BSoD persiste na versão mais recente, o Windows 7), BSoD ocorre quando o núcleo ou um Driver de dispositivo em execução em modo núcleo encontra um erro que não pode recuperar. A única ação segura que o sistema pode executar é reiniciar o computador, gerando possíveis perda de dados, caso o utlizador não tenha guardado os seus documentos.
No caso de você ter um problema de tela azul, entre em contato com o suporte do seu computador se possível, caso ao contrário procure um técnico para verificar o erro de hardware.

Fontes: Wikipédia , Gusleig

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O que é o Windows Mobile?


O Windows Mobile é um sistema operacional compacto, desenvolvido para rodar em dispositivos móveis como Pocket PCs, Smartphones e Aparelhos de multimídia em geral. Projetado para ser capaz de realizar boa parte do que é possível em uma versão PC do Windows, o sistema vem com um conjunto de aplicações básicas bem conhecidas no mundo dos PCs, tais como o Word, Excel, PowerPoint, Windows Media Player Pocket.

Recursos do Windows MobileA tela "today screen", configurável, em geral traz informações tais como o dia de hoje, dados do dono, anotações, novos e-mails e tarefas em excecução. Também pode incluir uma barra de notificação com o status do Bluetooth, possibilidade de instalar novos programas ou adicionar ítens na tela "Today screen". O papel de parede pode ser personalizado através do Pocket PC, ou os temas podem ser baixados pelo computador e sincronizados para o Pocket PC.

- A barra de tarefas mostra a hora atual, o volume e o status da conectividade atual. Quando um programa ou uma mensagem é aberta, um espaço vazio depois do relógio é preenchido com um botão OK ou um ícone para fechar. O principal recurso da barra de tarefas é o botão Iniciar, bem parecido com as das versões anteriores do Windows. O menu Iniciar tem os mesmos recursos do menu do Windows XP, permitindo acessar os programas, configurações, procurar arquivos, ver a ajuda e ainda executar os programas instalados.

- O Microsoft Office que acompanha o Windows Mobile inclui o Word, o Excel para dispositivos móveis; e, na a partir do Windows Mobile 5.0, o PowerPoint Mobile. Nestas versões há vários recursos das versões desktop; entretanto, certas facilidades como inserção de tabelas e imagens não se encontravam inclusos nas versões

anteriores a 5.0. O programa de conexão ActiveSync, que acompanha os dispostitivos, tem recursos que permitem converter os arquivos da versão desktop para a versão Pocket PC.

- O Outlook Mobile, que acompanha o Windows Mobile, inclui agendador de tarefas, calendários, contatos e uma caixa de entrada de e-mails que pode interagir com um servidor do Microsoft Exchange (é necessário ter conexão com a internet para realizar esta tarefa). O Microsoft Outlook para as versões desktop é incluida algumas vezes como um CD-ROM que é incluso com o fabricante do hardware do seu Pocket PC.

- O Windows Media Player 9 para o Windows Mobile suporta grande parte dos formatos de multimídia existentes, tais como .WMA, .WMV, .MP3, e .AVI. Atualmente a versão 10.0 tem um suporte bem melhor a dispositivos mais modernos, mas apara tocar arquivos .MPEG e .WAV, você tem que baixar um programa de terceiros para conseguir abrir estes tipos de arquivos. Algumas versões conseguem tocar arquivos MPEG4 Audio (.M4A)


Fonte: Wikipédia

Para a Dell, o Ubuntu é mais seguro do que o Windows


Uma das maiores fabricantes de computadores no mundo, a Dell, tem questionado os novos esforços da Microsoft para tornar o Windows mais seguro, afirmando que a distribuição Linux Ubuntu oferece uma maior proteção, principalmente pelo fato de ser menos visadas em ataques à segurança dos PCs, dado o reduzido número de usuários do sistema.

De acordo com o site IT PRO , a empresa resolveu dar um maior suporte ao Ubuntu, revelando inclusive, em um comunicado, 10 razões pelas quais os usuários de PCs deveriam escolher essa distribuição do Linux ao invés do Windows ao adquirir seus computadores.

A declaração da Dell, embora seja pró-Linux, pode não ser muito bem recebida pelos fãs “duros na queda” do sistema operacional do pinguim, que provavelmente prefeririam uma abordagem mais técnica sobre a excelência do software. A Dell até citou alguns desses pontos de excelência: maior segurança instrínsceca (mesmo invadido, é mais difícil um agressor conseguir fazer algo destrutivo no Linux), a inicialização rápida, o design elegante e o fato do Ubuntu ser ‘social desde o início’ – seja lá o que a Dell tenha querido dizer com isso.

“O Linux tem estado por ai há 20 anos. O software não é só estável e confiável, mas também universal. O Linux é utilizado em computadores de todos os tamanhos, desde os maiores aos menores”, defende a Dell em seu comunicado. Mas o motivo principal pelo qual os usuários devem abraçar o Linux, segundo o mesmo comunicado, é justamente o da “segurança pela obscuridade”: há menos usuários usando Linux, então ele é menos interessante para os agressores.

A Dell tem comercializado PCs com Ubuntu desde 2007, garantindo que todos os computadores foram testados para assegurar a melhor experiência de internet e multimídia que o Linux pode oferecer, informa o site The Register .A intenção da Dell é deixar claro aos seus clientes e consumidores que não existe razão para temer um PC com Linux simplesmente porque ele não é exatamente igual ao Windows.

Segundo o site Gemini , a empresa está se preparando para oferecer em breve a distribuição Ubuntu 10.04 LTS (Long Term Support – www.ubuntu.com ) em diversos de seus produtos, o que justifica bastante o seu esforço de tornar o público mais receptivo ao sistema operacional.


Fonte: br.noticias.yahoo.com

quarta-feira, 9 de junho de 2010

TIPOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS

Quais são os tipos de sistemas operacionais?Existem 4 tipos básicos de sistemas operacionais. Eles são divididos em grupos relacionados com o tipo de computador que controlam e o tipo de aplicativos que suportam. Estas são as categorias mais abrangentes:
Sistema operacional de tempo real (RTOS - Real-time operating system). É utilizado para controlar máquinas, instrumentos científicos e sistemas industriais. Geralmente um RTOS não tem uma interface para o usuário muito simples e não é destinado para o usuário final, desde que o sistema é entregue como uma "caixa selada". A função do RTOS é gerenciar os recursos do computador para que uma operação específica seja sempre executada durante um mesmo período de tempo. Numa máquina complexa, se uma parte se move mais rapidamente só porque existem recursos de sistema disponíveis, isto pode ser tão catastrófico quanto se uma parte não conseguisse se mover porque o sistema está ocupado.
Monousuário, monotarefa. O sistema operacional foi criado para que um único usuário possa fazer uma coisa por vez. O Palm OS dos computadores Palm é um bom exemplo de um moderno sistema operacional monousuário e monotarefa.
Monousuário, multitarefa. Este tipo de sistema operacional é o mais utilizado em computadores de mesa e laptops. As plataformas Microsoft Windows e Apple MacOS são exemplos de sistemas operacionais que permitem que um único usuário utilize diversos programas ao mesmo tempo. Por exemplo, é perfeitamente possível para um usuário de Windows escrever uma nota em um processador de texto ao mesmo tempo em que faz download de um arquivo da Internet e imprime um e-mail.
Multiusuário. Um sistema operacional multiusuário permite que diversos usuários utilizem simultaneamente os recursos do computador. O sistema operacional deve se certificar de que as solicitações de vários usuários estejam balanceadas. Cada um dos programas utilizados deve dispor de recursos suficientes e separados, de forma que o problema de um usuário não afete toda a comunidade de usuários. Unix, VMS e sistemas operacionais mainframe como o MVS são exemplos de sistemas operacionais multiusuário.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

CURIOSIDADE NA HISTORIA DO SISTEMA OPERACIONAL


Você sabia que Ada Lovelace, filha do fomoso poeta inglês Lord Byron foi a primeira programadora do mundo?
Quando Babbage construia a sua maquina analítica, ele percebeu que precisaria de um software e contratou Ada Lovelace. Por isso a linguaguem de programaçao
Ada® foi denominada em sua homenagem.
FONTE:http://www.newscientist.com/blogs/shortsharpscience/ada.jpg


sexta-feira, 21 de maio de 2010

2ª Fase (1955-1965)

2ª Fase (1955-1965)

O desenvolvimento do transistor e das memórias magnéticas em meados dos anos 50 veio a alterar substancialmente o quadro descrito acima. O transistor permitiu o aumento da velocidade e da confiabilidade do processamento, e as memórias magnéticas permitiram o acesso mais rápido aos dados, maior capacidade de armazenamento e computadores menores. Com o emprego desta nova tecnologia, os computadores tornaram-se confiáveis a ponto de ser comercializados.

Nesta época, passou a haver uma distinção muito clara entre as pessoas envolvidas no projeto, na construção, na operação, na programação e na manutenção destas máquinas. Elas eram instaladas em salas isoladas e operadas por pessoal especializado. Somente as grandes empresas e órgãos governamentais ou universidades podiam pagar os muitos milhões de dólares necessários à aquisição destas máquinas.

Para rodar um JOB (um programa ou conjunto de programas) o programador escrevia primeiro seu programa em uma folha de papel (em FORTRAN ou em linguagem de montagem), para depois perfurá-lo em cartões. Depois disso, ele entregava a massa de cartões a um dos operadores da máquina para que a mesma fosse processada.

Ao final do processamento do programa corrente, um dos operadores ia até a impressora e retirava o relatório emitido, entregando-o na expedição, onde ele seria mais tarde retirado pelo programador do job. Então ele, o operador, escolhia uma nova massa de cartões, entre as que haviam sido entregues na recepção, e providenciava os recursos necessários ao processamento deste novo job. Por exemplo, se tal job precisasse do compilador FORTRAN, o operador deveria providenciar a leitura da massa de cartões correspondente ao compilador FORTRAN. Grande parte do tempo da máquina era gasto com operadores circulando dentro da sala onde ela estava instalada, providenciando recursos necessários ao processamento de determinadas tarefa.

Em vista do alto custo de tais equipamentos, não foi surpresa o fato de se encontrar uma solução que reduzisse o tempo de máquina desperdiçado. A solução encontrada, denominada de sistema batch (lote).

Esses sistemas estão entre os mais tradicionais e antigos e foram introduzidos por volta de 1956 com o objetivo de aumentar a capacidade de processamento de programas. Em tais sistemas as tarefas (JOB) dos usuários são agrupadas fisicamente e processadas seqüencialmente uma após a outra.

A comunicação do homem com o computador é feita através de periféricos cuja velocidade de operação é muito lenta comparada com a do processador, como por exemplo, cartões perfurados e impressoras. No caso comum em que o cartão perfurado é o principal meio de entrada e impressão em papel o principal meio de saída, é comum ocorrer que a maior parte do tempo o processador central fique inativo à espera de dados de entrada ou pelo término de impressão, devido a natureza seqüencial do processamento:

Uma solução para esse problema, adotada por volta de 1957 no IBM 7094, foi usar o computador especial para converter dados em cartão para fita magnética e para imprimir numa impressora resultados gravados em outra fita magnética. As fitas magnéticas eram usadas como "reservatórios", um para entrada e outro para saída. Elas eram transportadas manualmente do sistema auxiliar para o sistema principal e deste para o sistema auxiliar.

A fita de entrada poderia ser preenchida quando programas longos estivessem em execução no sistema principal e a fita de saída descarregada continuamente. Desta forma o sistema principal teria sua utilização maximizada pois só faria E/S, através das fitas magnéticas mais rápidas. Esta técnica de armazenamento de dados para entrada e de resultados para a saída é denominada "rolamento" (em inglês: Spooling) e o exemplo acima é uma forma primitiva de sua implementação. Seu objetivo é maximizar o número de tarefas processadas por unidade de tempo (throughtput) no equipamento principal às custas de um tempo de resposta maior, devido à necessidade de agrupar fisicamente as tarefas na entrada e na saída e ao transporte manual das fitas. Além disso, se um programa muito longo fosse incluído no lote, a natureza estritamente sequencial do processamento faria com que o tempo de resposta de todos os programas no lote fosse aumentado.

A estrutura de uma tarefa típica pode ser vista como: Ela começa com o cartão $JOB, que especifica o tempo máximo de processamento em minutos, o número da conta onde tal tempo deve ser debitado, e o nome do programador. Observe que agora há um controle de tempo por usuário, impedindo que uma tarefa atrapalhe as seguintes (como explicado anteriormente). A seguir vem o cartão $FORTRAN solicitando ao sistema operacional que carregue o compilador FORTRAN na memória principal. A seguir aparecem os cartões do programa a ser compilado. (Os programas compilados eram geralmente escritos em fitas de rascunho, e tinham que ser carregados explicitamente). O cartão seguinte, $RUN, pede que o sistema operacional providencie o processamento do programa que acabou de ser carregado, com o conjunto de dados constante dos cartões seguintes ao $RUN. Finalmente, aparece o cartão $END. que marca o final da tarefa. Estes cartões de controle, um tanto quanto primitivos, foram os precursores das linguagens de controle e interpretação de comandos.

Em resumo, nos sistemas do "tipo lote" os tempos de resposta podem ser altos devido ao agrupamento das tarefas para entrada e ao escalonamento que o sistema impõe na execução das tarefas e impressão de resultados. Além disso, a intervenção humana tanto para colocar as tarefas de entrada, quanto para entrega dos resultados, pode aumentar sensivelmente o tempo de resposta. Por outro lado, sistemas desse tipo, quando bem projetados, podem ter uma razão de execução de tarefas por unidade de tempo muito alta porque o processador central é melhor utilizado e os sistemas operacionais podem ser simples devido à seqüencialidade e não interruptibilidade da execução das tarefas. Exemplo de sistemas "tipo lote" bem sucedidos são o SCOPE para o CDC 6600, orientado para processamento científico pesado, e o EXEC II para o UNIVAC 1107, orientado para processamento acadêmico e científico. Ainda nessa fase destacamos os sistemas FMS (Fortran Monitor System), IBSYS e o sistema operacional do computador IBM 7094.

Nessa fase, os sistemas operacionais passaram a ter seu próprio conjunto de rotinas para operações de entrada e saída (Input/Output control System – IOCS), que veio facilitar enormemente o processo de programação. O IOCS eliminou a necessidade de os programadores desenvolverem suas próprias rotinas de leitura/gravação específicas para cada dispositivo periférico. Esta facilidade de comunicação criou o conceito de interdependência de dispositivos.

fonte: http://www.angelfire.com/co/eltonsanders/socap5.html